Bouygues: implementação em mais de 200 estaleiros em 3 meses
Na construção, cada dia de atraso numa obra custa em média 1,5% do orçamento total. A manutenção das máquinas, das centrais de betão e das instalações elétricas é crítica para cumprir os prazos.
O desafio: 200 obras, 8 regiões, uma só visão
A Bouygues operava com ferramentas heterogéneas: fichas em papel nas obras, Excel na sede, GMAO local em algumas agências. Resultado: impossível mutualizar as peças sobressalentes, duplicação de intervenções, custos adicionais não controlados.
- Intervenções não rastreadas em 35% das máquinas
- Sobrestock de peças em 8 armazéns regionais
- Sem visibilidade consolidada sobre os custos de manutenção
- Tempo de reação a avarias: 4h em média
A resposta MAINTEX: centralizar sem rigidificar
Implementação da MAINTEX em todas as obras com a aplicação móvel para os chefes de obra, integração ao SI do grupo para a consolidação, e formação das equipas no terreno em 3 meses.
- Aplicação móvel offline-first para as obras isoladas
- Catálogo de equipamentos unificado com fotos e histórico
- Fluxos de intervenção padronizados mas adaptáveis
- Painel de controlo por obra, por região, por grupo
Como a Bouygues implementou a MAINTEX em 200 obras em 3 meses
No setor da construção, a gestão da manutenção e das operações no terreno representa um desafio maior. Coordenação das equipas, acompanhamento dos equipamentos, gestão das intervenções, reporção de incidentes: outros tantos processos que exigem reatividade, visibilidade e padronização.
É neste contexto que um grande grupo como a Bouygues lançou um vasto projeto de digitalização das suas operações no terreno, com um objetivo ambicioso: implementar uma solução de gestão operacional em mais de 200 obras em apenas três meses.
Uma forte necessidade de centralização
Antes do projeto, as equipas no terreno utilizavam ferramentas diferentes consoante as filiais e as obras: ficheiros Excel, trocas no WhatsApp, relatórios em papel ou aplicações isoladas. Esta heterogeneidade complicava:
- o acompanhamento das intervenções;
- a reporção das anomalias;
- o pilotar dos equipamentos;
- a consolidação dos dados a nível nacional;
- a visibilidade em tempo real para os responsáveis de projetos.
O grupo desejava, portanto, implementar uma plataforma única, acessível em móvel e simples de adotar pelas equipas no terreno.
Uma abordagem mobile-first adaptada ao terreno
A escolha recaiu sobre uma solução pensada para ambientes operacionais: utilização em smartphone e tablet, funcionamento simplificado, reporção rápida das informações e painéis centralizados.
As equipas de obra puderam rapidamente:
- criar e acompanhar ordens de trabalho;
- declarar incidentes em segundos;
- planear as manutenções preventivas;
- acompanhar os equipamentos críticos;
- atribuir as intervenções aos técnicos;
- consultar os indicadores de desempenho em tempo real.
O objetivo principal era claro: reduzir os tempos de tratamento e melhorar a coordenação entre as equipas da sede e do terreno.
Uma implementação progressiva mas rápida
O projeto foi estruturado em várias fases para garantir uma adoção rápida:
1. Fase piloto
Uma primeira vaga de obras-teste permitiu:
- validar os processos;
- adaptar os formulários de negócio;
- definir os indicadores-chave;
- formar os referentes operacionais.
2. Industrialização
Uma vez realizados os ajustes, a implementação foi acelerada com:
- modelos de configuração padronizados;
- formações curtas em videoconferência;
- uma documentação simplificada;
- um acompanhamento dos diretores de obra e responsáveis de manutenção.
3. Generalização
Em menos de três meses, mais de 200 obras estavam operacionais na plataforma com:
- milhares de intervenções acompanhadas;
- uma melhor rastreabilidade;
- uma centralização dos dados;
- uma visibilidade consolidada para o management.
Ganhos operacionais imediatos
Os primeiros resultados observados confirmaram rapidamente o interesse do projeto:
- redução das trocas informais;
- melhor reatividade nos incidentes;
- acompanhamento mais fiável dos equipamentos;
- padronização das práticas;
- melhoria do reporting;
- ganho de tempo para as equipas no terreno.
Os responsáveis de obras dispõem agora de indicadores acessíveis em tempo real, facilitando o pilotar diário e a tomada de decisão.
Uma transformação durável do pilotar de obra
Para além da simples digitalização, este tipo de projeto marca uma evolução profunda dos métodos de trabalho na construção. Os grandes grupos procuram hoje ferramentas capazes de ser implementadas rapidamente, simples de utilizar no terreno e suficientemente flexíveis para se adaptar às realidades operacionais.
O sucesso de uma implementação sobre mais de 200 obras em poucos meses demonstra que uma abordagem pragmática, mobile-first e centrada no utilizador pode acelerar consideravelmente a transformação digital das operações no terreno.
Resultados concretos no terreno
Numeros registados apos a implementacao e nas primeiras semanas de uso efetivo.
3 meses
Implementação completa
200+
Obras ativas
-42%
Custo peças
15 min
Tempo reação médio
Implementação bem-sucedida em mais de 200 estaleiros. A mobilidade no terreno mudou tudo para as nossas equipas.
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